
Foi Taylor formulou a primeira definição do conceito de cultura, que pode ser objeto de um estudo sistemático, pois tratava de um fenômeno natural que possui causas e regularidades, permitindo um estudo objetivo e uma analise capazes de proporcionar leis sobre o processo cultural e a evolução.
Stocking (1968) critica Tylor por “deixar de lado toda a questão do relativismo cultural e tornar impossível o moderno conceito de cultura.
Já a preocupação de Kroeber (1876-1960) é a evita a confusão, ainda tão comum entre o orgânico e a cultura, afirmando que o ser humano nasce com certos poderes e adquirem outros. Para ele o homem criou o seu próprio processo evolutivo, sem submeter a modificações biológicas, ele pode mudar o seu ambiente e conservar o seu corpo inalterado e coloca também o exemplo de um animal, colocando em comparação o urso polar que não pode mudar o seu ambiente, pois não suportaria um grande aumento da temperatura.
Portanto o homem em si é o único ser que pode ser adaptado em quaisquer circunstancias, ou seja, em outros países diferentes de sua origem, sobrevivência em ambientes com temperaturas diferente e ainda e capaz de passar seus hábitos de gerações a gerações.
Kroeber relacionou a ampliação de conceito de cultura em alguns pontos, na qual o que mais me despertou interesse foi que ele diz: A cultura é um processo acumulativo, resultante de toda experiência histórica das gerações anteriores.
Um chipanzé possui uma capacidade de observação e de invenção, porém falta nela à possibilidade de comunicação não podendo assim beneficia a sua espécie, pois isso nasce e acaba com ele. Já o homem possui a comunicação capaz de transmitir de gerações a gerações, ou seja, a linguagem humana é um produto de cultura.
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